15 de dez de 2013

Porque esse foi o melhor FIQ pra mim.



Sem duvida alguma, de todos os FIQs 
que eu fui, esse foi o melhor.
Não sei se é por que eu já estava 
mais antenado com o que rolava 
nas edições passadas, ou de repente
também culpa das redes sociais e da
 internet em si, que proporcionou 
 uma maior interatividade com um 
maior numero de artistas, 
pois muitos que estavam ali  participam de vários 
grupos de desenhistas, quadrinistas, chargistas 
do facebook e também em inúmeros blogs, 
o que nos deixa meio que próximos, mesmo virtualmente. 
Me senti em casa, lógico que BH é a minha casa,
 mas falo mais do lance da empatia mesmo. 
Ainda mais que a casa estava entulhada de pessoas.


Pelo que eu fiquei sabendo, os lançamentos 
foram maiores nesta edição.
A galera produziu mais. Mais. Mais!
Conversei com a Chantal Herskovic, que produz a tirinha
Juventude no Estado de Minas. Comentei com ela sobre
o tempo que ela publicava no Diário da Tarde, juntamente
comigo, e mais uma galera. 
Eu fazia uma tira sobre um cachorro, o Rauf.
Conferi o trabalho do meu parceiro de blog
Michel Victor Severino, e seu Hipótese de Merda...

Conversei com mais gente daqui de BHZ, como o 
Acir Galvão, co-autor e desenhista da revista do herói
Spike Boy e a Liga da Natureza. Segundo o próprio,
um herói politicamente correto, defensor da natureza
e ecologicamente afiado com o meio ambiente.

Troquei idéias com Lucas Libânio, autor da tira
dominical do Super Noticias de BHZ, Hans Grotz.
Conversei com artistas de outros estados também.
Tem muita coisa boa sendo feita Brasil a fora.

Posso citar o trabalho do jovem Gustavo Borges e seu
A Entediante Vida de Morte Crens.
Conferi também o Revolta, pre-lançamento, excelente 
trabalho de André  Caliman de Curitiba;
Sempre Inconstante de Anderson B. e ainda o Muzinga
de André Diniz. Claro que vi muito mais coisas,

especialmente o trabalho do
homenageado desse biênio,
o grande Laerte Coutinho.
dispensa maiores comentários, 
sou fã do seu traço inconfundível.
Sem contar também que
no FIQ teve exposição, debates, 
oficinas  de desenhos,  feiras,
lançamentos e sessão de
autógrafos. E muito Gibi!
E talvez o lance que me deixou mais de bem
com essa edição do FIQ, foi que pude levar meu 
filho pra conhecer. Fomos no domingo pela manhã.
Meu filho Luiz Gustavo de seis anos já desenha, e sou
fã do seu traço. Deixo bem claro, vai desenhar muito
mais do que eu.


 No inicio comendo uma pipoca, salgadíssima no preço, 
cinco reais, não valia nem duas mirrequinhas, e morrendo 
de rir do nosso reflexo todo retorcido no metal do carrinho 
do pipoqueiro, parecia aqueles 
espelhos de parques de diversão.
Chutamos a bunda do ¨Homem com cara de Bode¨,

participamos da promoção de
montar uma tira exclusiva do
Laerte. Só não imprimimos
e nem compartilhamos no 
Facebook porque a rede deu pau, 
será?  Acho mais que a menina
que estava envolvida nesse lance, 
‘tava com preguiça; se bem que achei melhor, pois eu teria que  logar minha senha em  um
 computador  alheio,  e eu não gosto  muito disso não, rsrsr!!



Encontrei com meu amigo da Radio Inconfidência, 
o jornalista especializado em cinema, Renato Silveira, 
juntamente com sua esposa, isso no domingão.

E no mais a mais, em todos os dias 
que eu fui, tomei  umas cervas,
porque ninguém é de ferro.
E sentei na bancada dos
independentes, afinal, se tudo
der certo, no próximo FIQ estarei ali!!



2 comentários:

  1. Muito legal, PC! Não estive lá, que pena... parece que perdi muita coisa. Mas gostei de ver o seu relato! Também curti os quadrinhos do Luiz Gustavo!

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  2. Valeu Patricia, obrigado pelo comentário. Você perdeu mesmo, rsrs; foi muito legal!! Pena que não é de ano em ano, heim; mas daqui a dois anos tem mais, e com certeza você vai estar lá!! Abraços!!

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